CASAR-SE COM ALGUÉM INÚTIL

Nos dias de hoje, sob a égide do pragmatismo, chamar alguém de inútil soa como ofensa. No entanto, segundo a filosofia antiga, inútil tem um valor afirmativo e se faz necessário redescobrir seu sentido hoje, principalmente para escolher alguém que se deseja viver para sempre ao seu lado.

Pragma, do grego, significa útil. Ou seja, um valor para outrem. Em contrapartida, inútil, um valor em si mesmo. Uma mesma pessoa pode ser considerada útil para alguns e inútil para outras. Afinal, como diz um provérbio: “não há ninguém que seja tão rico que não tenha para receber, e ninguém tão pobre que não tenha nada para dar”. Todos os homens possuem algo para oferecer. No entanto, qual é o problema? É a subversão axiológica. Ou seja, a primazia deve ser o que a pessoa é e não o que ela faz. Quando convivemos com uma pessoa que é útil para nós, quando a mesma deixar de ser útil, será descartada.

Ilustrando: não se deve (quando se tem a pretensão de querer alguém para a vida toda) estar com alguém simplesmente pelo carro, dinheiro, que ele/ela possui ou até mesmo pelo prazer que pode proporcionar, pois todas estas coisas são efêmeras e um dia passarão. Deve-se estar com alguém pelo o que ele é em si mesmo, independente das coisas que tenha e faça por você (pois o inútil pode, e, muitas vezes até deve, fazer inúmeras coisas pelo companheiro [a]). Deste modo, mesmo se o outro vier a deixar de produzir, ser útil, o primado do ser prevalecerá, ou seja, o mais importante é o valor que tem em si mesmo, independente do reconhecimento que se tem de todos os atos ou não. Com certeza, é a partir da falta destes conceitos que raramente se vê hoje casais de idosos, eternos companheiros, pois os relacionamentos se tornaram descartáveis.

Por fim, seja inútil! Isso mesmo… Que alguém o ame pelo que você é e não pelo que tem ou pode fazer. Não se preocupe em conquistar o/a pretendente pelos seus atributos, mas por sua essência, pelo o que você é. Só assim faz sentido alguém ao lado para vida toda. Caso contrário, não case… Use e seja usado. Só assim é coerente.

Não gosto de cobrar, sirvo para vender?

Há muitos que querem uma renda extra, mas repudiam o fato de terem de vender alguma coisa. Isso pode ter vários motivos, vamos falar disso neste artigo. Caso prefira assistir ao vídeo ao invés de ler, segue o vídeo: (SURPRESA NO FINAL DO VÍDEO E DO TEXTO TAMBÉM)


Hoje em dia há uma grande solução para quem quer trabalhar com vendas e não quer cobrar: MÁQUINAS DE CARTÃO SEM ALUGUEL. Isso mesmo. É possível receber suas vendas e receber com cartão de crédito de seus clientes / amigos.

Mas e se meu cliente não tem cartão?
Pague com dinheiro.

Mas se ele não tem dinheiro?
Bom, este é um sinal que talvez ele não possa comprar seu produto!

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SEPAREI UM PRESENTE PARA QUEM LEU ATÉ O FINAL:

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Boas vendas a todos.

Empreendedorismo e o Mito da Caverna de Platão

Um dos contos mais famosos – se não for o mais famoso – da história da filosofia é o mito da caverna do filósofo grego Platão.
A história é simples: prisioneiros nativos e cativos estão em uma caverna desde sempre. Percebe-se que estão acostumados com a realidade que se mostra diante de seus olhos. O olhar customizou-se com o escuro. Confortável é a sensação de saber que as sombras são reais e que nada precisa ser feito. Contudo, sempre tem alguém diferenciado. Alguém que foge da realidade. Algum insano que não se acostuma com aquilo que tem diante dos olhos e sabe que pode, através de suas próprias decisões, mudar a situação que se encontra e de seus semelhantes.

O drama da história segue. Um dos prisioneiros consegue sair da caverna. Teve que sair de sua zona de conforto. Os olhos não estão acostumados com a luz. A sensação é sempre estranha quando nos deparamos com coisas novas. Porém, aos poucos tudo começa a fazer sentido. Percebe-se que a caverna é uma realidade limitante que fora imposto a ele e que não se faz necessário acreditar em nada para viver. É possível viver com mais vida, cores, cheiros… é possível viver e não apenas sobreviver!

É a hora de uma tomada de decisão: compartilhar sua visão para os demais que ficaram na caverna. Ao contar sua experiência, riem dele e debocham. Ele não consegue segurar para si a realidade que transborda agora nele. Ele não consegue entender como as pessoas conseguem aceitar tanta limitação e viver presas em correntes sendo que há uma vida maravilhosa para ser vivida.

O empreendedor é como esse ex-prisioneiro. É aquele que enxerga a realidade fora da caverna. As sombras não lhe cabem mais. Porém, algo estranho acontece: é avacalhado, açoitado e tido como louco. Mas, quem disse que a vida tem que ser como a realidade que você tem visto e vivido? Já parou para se questionar por que é que você tem que trabalhar X anos e só então se aposentar e viver verdadeiramente? Quem disse que outros devem mensurar quanto você vale por hora, aliás, quem disse que devemos simplesmente trocar o nosso precioso tempo por dinheiro? Questionamentos que mudaram minha vida…

É urgente mudar nossa mentalidade sobre o que é um empreendedor. Ele não é aquele que cria multinacionais bilionárias apenas. Empreendedor é aquele que soluciona problemas e isso todos são capazes de fazer (aliás, é o que todos somos chamados a fazer diariamente) desde que comece a enxergar que a realidade vista não é necessariamente a realidade que deve permanecer. E, ao invés de esperar que outrem mude a realidade ou ligue a luz, parte de si mesmo o desejo de fazer algo por si mesmo (pois, no final das contas quem mais deve se importar com você é você mesmo).

Tome a decisão de sair da caverna ou ao menos de dar crédito àqueles que já saíram. Sucesso a todos!

David E. Luzetti Filho é empresário, palestrante e professor de filosofia.